4 dicas para fazer uma análise de crédito do locatário

4 dicas para fazer uma análise de crédito do locatário

Alugar um imóvel envolve várias etapas importantes, sendo que a mais importante delas é a análise de crédito do futuro inquilino! Essa fase necessita de extremo cuidado, pois uma falha pode gerar grandes prejuízos ao locador. 

Uma análise de crédito bem feita é o que diferencia uma locação tranquila de uma locação traumática! Mas como fazer a análise de crédito do locatário? Continue sua leitura e conheça 4 dicas de como realizar esse procedimento e evitar e inadimplência do inquilino!

1. Faça uma análise minuciosa dos documentos

Assim como em qualquer tipo de negócio, na locação de imóveis também é necessário apresentar alguns documentos para garantir a veracidade da transação. Ao fazer esse tipo de análise, o proprietário assegura o comprometimento do inquilino na negociação, evitando surpresas desagradáveis, como a inadimplência.

Os documentos para preenchimento da ficha cadastral são obrigatórios, sendo que o futuro locatário deve apresentar uma cópia legível dos seguintes:

  • Cadastro de Pessoa Física (CPF);

  • Documento de identificação com foto (RG ou CNH);

  • Comprovante de residência;

  • Recibo do Imposto de Renda ou contracheque de salário.

Vale ressaltar: os documentos citados acima são básicos para qualquer tipo de contrato de locação, porém, o locador ou empresa responsável podem exigir mais alguns, de acordo com o andamento da negociação.

2. Não se esqueça da análise de renda

A análise de renda é uma maneira de comprovar que o locatário possui condições de assumir o compromisso de pagamento do aluguel. De acordo com as normas do mercado imobiliário, o valor dessa despesa não deve ultrapassar 30% da renda mensal do inquilino — caso contrário, ele poderá ter dificuldades em pagar o aluguel.

Para fazer a análise de renda do inquilino, são solicitados documentos que comprovem sua renda mensal, como holerite ou declaração do imposto de renda. Em casos onde o futuro locatário seja autônomo ou atue como profissional informal, é recomendado solicitar extratos bancários referentes aos últimos 6 meses.

3. Exija uma garantia de locação

A garantia de locação é uma maneira de reduzir os riscos do locador em caso de inadimplência por parte do inquilino. Podem ser utilizadas várias formas, desde que ambas as partes estejam cientes e dispostas a cumprir o que foi acordado.

O tipo de garantia mais comum é o fiador, que é a modalidade mais tradicional. Sua principal vantagem para o locador é a possibilidade de eleger um bem para a penhora, enquanto que, para o inquilino, é a gratuidade em relação ao seguro-fiança, por exemplo. O fiador deve ter uma renda bruta de, no mínimo, três vezes o valor do aluguel, além de possuir um imóvel próprio.

Vale ressaltar: existem outras opções de garantia, como seguro fiança, título de capitalização e garantia real. 

4. Verifique o histórico de crédito do locatário

Mesmo com a garantia, é importante verificar como está a atual situação do futuro morador, evitando fazer um negócio arriscado.

Para verificar o histórico de crédito do inquilino, podem ser realizadas consultas com as empresas de verificação de crédito, como Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) ou Serasa. Dessa maneira, é possível verificar:

  • a atual situação econômica do locatário;

  • a existência de possíveis dívidas pendentes;

  • o nível de cumprimento de suas obrigações financeiras etc.

Além disso, é necessário verificar se o futuro inquilino e fiadores, caso esta seja a modalidade de garantia, respondem a processos judiciais junto ao tribunal de justiça federal e regional. A pesquisa pode ser feita por nome ou CPF. 

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